terça-feira, 13 de julho de 2010

Um céu sem estrelas

"Cansei os braços
A pendurar estrelas no céu.
Destino dos fados lassos.
Tudo termina em cansaços
Braços
E estrelas
E eu."
António Gedeão
Lembro-me sempre deste poema nos momentos tristes, como este. Pendurámos estrelas no Baixo Barroso e tudo teminou! Sinto cansaço por ter acreditado que era possível "O milagre no interior"! Que pena o ME ter fados tão lassos e nunca ambicionar um céu estrelado!

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